Na definição do grid em Xangai, a hora da verdade

Os treinos livres do GP da China, realizados na madrugada, tiveram importância relativa para o que pode ocorrer amanhã, a partir das 3 horas (de Brasília), na sessão de definição do grid.

Livio Oricchio, O Estado de S.Paulo

15 de abril de 2011 | 00h00

Agora, depois do evidenciado na Austrália e Malásia, poderá projetar não só o que deve se passar ao longo das 56 voltas da corrida, domingo, como até mesmo na sequência do campeonato. "As diferenças entre os tempos que registramos no sábado, na classificação, e depois da corrida, como vimos em Melbourne e Sepang, são enormes", diz Fernando Alonso, da Ferrari.

Na Malásia, o espanhol registrou cerca de um segundo pior que Vettel no sábado e chegou a ser mais veloz no domingo. "Nossa maior preocupação é diminuir a distância para a Red Bull na tomada de tempo. Por isso temos novidades no carro já aqui."

Além da Ferrari, Renault, McLaren e Williams enviaram de suas bases, na Europa, novos componentes. "Não acredito em grandes saltos em razão de a prova da Malásia ter sido disputada há uma semana, mas a classificação, onde mais precisamos melhorar, aqui na China, nos indicará se avançamos", comenta o animado Felipe Massa.

Se Alonso e Massa, bem como Nick Heidfeld e Vitaly Petrov, da Lotus Renault, conseguirem um ritmo na definição do grid que os aproxime das duplas da Red Bull e McLaren, as de melhor desempenho nas classificações, Sebastian Vettel, da Red Bull, não terá a mesma facilidade de Melbourne e Sepang para vencer.

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