Na prova mais forte do Pan, americano vence os 110m com barreiras

Nenhuma prova dos Jogos Pan-Americanos foi tão forte quanto a final dos 110m com barreiras, nesta sexta-feira, no Estádio da Universidade de York. Não tanto pelo resultado do campeão, o americano David Oliver, mas pelo nível dos competidores. Todos os cinco primeiros colocados fizeram marcas que os colocam entre os 21 primeiros do ranking mundial. Quatro deles bateram seus recordes pessoais.

Estadão Conteúdo

24 de julho de 2015 | 16h29

Isso apesar de Cuba ter competido desfalcada de Orlando Ortega, dono da melhor marca da temporada. A ausência dele foi sentida especialmente os cubanos ficaram fora do pódio. Yordan O''Farril ficou em sexto (13s36) e Jhoanis Portilla em quinto (13s30).

Oliver bateu o recorde do campeonato, com 13s07, superando a marca que deu o ouro ao cubano Dyron Robles, então campeão olímpico, em Guadalajara. O tempo é equivalente ao quinto lugar do ranking mundial. O pódio ainda teve o tobaguiano Mikel Thomas (13s17) e Shane Brathwaite (13s21), de Barbados. Outro atleta desta ilha do Cariba chegou em quarto: Greggmar Swift, com 13s28.

A prova precisou ser adiada por mais de uma hora porque, na primeira largada, o revólver que dá o tiro de largada disparou por diversas vezes, confundindo os atletas. Eles voltaram à pista cerca de uma hora depois e acabaram se dando bem.

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