Na volta para casa, poucos transtornos

No aeroporto do Rio, estrangeiros só sofreram com a demora no check-in

Bruno Lousada, O Estadao de S.Paulo

07 de julho de 2031 | 00h00

Rio - As delegações que embarcaram ontem de volta a seus países no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio, não enfrentaram grandes obstáculos, apesar do caos aéreo por que passa o País. Mas houve contratempos, como o que atrapalhou vários atletas colombianos - o vôo para Bogotá estava lotado e eles tiveram de esperar horas para embarcar em outro avião - e alguns esportistas tiveram que ter paciência para fazer o check-in. Esperaram até 1h30 na fila, por causa da grande movimentação de passageiros.O praticante de tiro com arco de Porto Rico, Miguel Pedraza Mateo, revelou desconforto. "É cansativo ficar em pé sem nada para fazer", reclamou o atleta, que criticou também a Vila do Pan, sua moradia por 13 dias. "A comida era sempre a mesma. Não agüentava mais. Além disso, não tinha nenhuma diversão. Era comer e descansar ou mexer na internet."Ele fez parte de um grupo de 70 porto-riquenhos (do atletismo, arco e flecha e boxe) que deixou ontem a Vila do Pan em direção ao aeroporto às 15 horas. Apesar da fila para fazer check-in, a maioria da delegação manteve vivo o espírito esportivo. O vôo só partiria às 20h30. "A fila está enorme, mas anda rápido. Não há problema nenhum", declarou o técnico de softbol de Porto Rico, Duldin Melendez. Ele soltava uma risada a cada frase pronunciada. "Estamos felizes com a festa do Pan-Americano. O Rio de Janeiro é muito bonito."

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