Odd Andersen / AFP
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Nadador húngaro Tamas Kenderesi é acusado de assédio sexual na Coreia do Sul

Atleta admitiu que ‘tocou sem pensar’ em uma dançarina de um clube noturno, mas negou as acusações

Redação, O Estado de S.Paulo

31 de julho de 2019 | 07h13

SEUL - O nadador húngaro Tamas Kenderesi foi formalmente acusado de assédio sexual após o Mundial de Esportes Aquáticos de Gwangju, na Coreia do Sul. Apesar da acusação, ele recebeu permissão para deixar o país, informaram os procuradores nesta quarta-feira, 31.

Kenderesi, de 22 anos, bronze olímpico nos 200 metros borboleta em 2016, foi acusado de cometer um ato indecente de maneira compulsiva, disse um funcionário da Promotoria do Distrito de Gwangju. A fonte afirmou ainda que o nadador fez um pagamento de US$ 2,5 mil.

O caso configura um delito sumário perante a lei da Coreia do Sul e será tratado administrativamente, sem julgamento em tribunal.

Kenderesi admitiu que “tocou sem pensar” em uma dançarina de um clube noturno, mas negou as acusações de assédio sexual.

As autoridades haviam proibido o atleta de sair do país enquanto a polícia investigava o caso, que aconteceu em um bar de Gwangju, 330 km ao sul de Seul, durante o fim de semana.

O “procedimento seguinte” seria retirar a proibição de saída do país, segundo o funcionário da Promotoria, mas não houve confirmação se o nadador já havia deixado a Coreia do Sul.

Kenderesi terminou em último lugar na prova de 200 metros borboleta na semana passada, mas ganhou bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. / AFP

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