Clayton de Souza/AE
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'Não conversamos sobre o Mundial'

Paulinho, volante do Corinthians, diz que Corinthians está focado em chegar a uma zona de conforto no Brasileiro

Entrevista com

PAULO FAVERO, PAULO GALDIERI, O Estado de S.Paulo

25 de setembro de 2012 | 03h04

O assunto Mundial de Clubes ainda não é confortável para Paulinho. Segundo o volante do Corinthians, os jogadores procuram não se envolver no clima da competição para não perder o foco no Brasileiro.

Como vocês estão encarando esse período de espera até o Mundial? Há muita ansiedade?

Agora não conversamos sobre o Mundial ainda. Muita gente fala que está perto, mas nós temos um objetivo a ser alcançado no Brasileiro, chegar a uma zona de conforto. Depois disso, quando estiver mais próximo, a gente fala de Mundial.

O que vocês sabem sobre os adversários do Mundial?

Ainda não tem nada. Até hoje (ontem) nem tinha adversário definido. Mas independentemente da equipe a gente tem de se preparar bem para não ser surpreendido por algum outro time na competição.

Como o Corinthians tem trabalhado para evitar queda de rendimento?

A nossa meta é conseguir a pontuação o mais rápido possível para entrar numa zona de conforto. E depois disso poder focar apenas no Mundial.

Você acredita que isso pode atrapalhar seus planos pessoais, principalmente em relação à seleção brasileira?

Eu tenho de fazer o meu trabalho, jogar bem no Corinthians para poder voltar à seleção com mais frequência. Isso só depende de mim.

Depois do título na Libertadores, seu nome esteve envolvido em muitas negociações. Sair na próxima janela de transferências é um objetivo seu?

Falei diversas vezes quando a Inter de Milão fez sondagens que eu queria ficar no Corinthians por uma série de coisas. Muita gente vem alimentando bastante essa situação de Inter de Milão, e não está acontecendo nada. Eu tenho de focar e trabalhar o dia a dia no Corinthians. E na minha carreira tudo aconteceu muito naturalmente. Se isso (transferência) acontecer será bom.

Mas você tem ainda o sonho de jogar na Europa, não? Há uma meta?

É o sonho de qualquer jogador. Veio essa proposta da Inter de Milão, que é um desses grandes clubes. Mas acho que as coisas acontecem naturalmente, e dependendo muito do trabalho também.

Jogando no exterior pode lhe dar mais visibilidade, até em termos de seleção?

Não sei, não tenho ideia. Só indo para saber.

Os colegas de seleção contam um pouco sobre essa experiência?

Não, sempre é uma convivência de pouco tempo.

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