Gabriela Biló/Estadão
Gabriela Biló/Estadão

'Não estou ali para fazer corpo mole e encaro os africanos de igual para igual'

Giovani dos Santos avisa que o segredo é chegar bem na subida da Brigadeiro

Entrevista com

Giovani dos Santos

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

30 de dezembro de 2017 | 17h08

Giovani dos Santos é o principal nome do Brasil para tentar quebrar a hegemonia dos atletas africanos na Corrida Internacional de São Silvestre, que será disputada neste domingo. Ele garante estar em ótima forma para tentar melhorar a quarta posição que foi conquistada na edição do ano passado.

Qual será sua estratégia para a disputa da São Silvestre?

A tática é estar com eles até a Brigadeiro. Estou mais forte esse ano e, se chegar bem lá, é onde fará a diferença. No ano passado faltou perna e acabei não conseguindo sustentar a posição.

Existe a possibilidade de quebrar o jejum brasileiro de vitória?

A gente está sempre procurando fazer o jogo de equipe, igual os africanos fazem. Nós brasileiros temos de procurar fazer isso, pois temos de brigar para que o título fique por aqui, independentemente de quem vença. Me preparei, estou bem, mas se chegar um brasileiro e vencer na minha frente, vou ficar feliz e vou dar os parabéns.

No ano passado você foi quarto colocado. Dá para melhorar?

Estar no pódio da São Silvestre não é para qualquer um. Cheguei lá seis vezes então as pessoas têm de estar satisfeitas porque não é fácil a gente brigar com os africanos. Não pode falar que falta o "algo a mais", isso é falta de respeito com o atleta. Não estou ali para fazer corpo mole e encaro os africanos de igual para igual.

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