Jonne Roriz/Estadão
Jonne Roriz/Estadão

Nas areias o que não falta é emoção

Partidas de vôlei de praia costumam atrair um grande público nas Olimpíadas e chama a atenção pela beleza plástica das jogadas

O Estado de S.Paulo

30 de abril de 2013 | 02h10

O vôlei de praia surgiu nas areias de Santa Mônica, na Califórnia, e no Havaí, ambos nos Estados Unidos, no início do século 20. Mas foi nas últimas décadas que ganhou popularidade e deixou de ser considerado um esporte apenas de recreação. Nos Jogos Olímpicos, a modalidade foi introduzida em 1996, e costuma ser sempre uma das que mais atrai público.

Diferente da quadra, na praia os times são formados por duplas, porém as mesmas regras são aplicadas. Na regra olímpica, uma partida é vencida quando uma das equipes alcança dois sets, sendo que cada um vai até os 21 pontos, com exceção do tie-break, que acaba em 15 pontos. As medidas oficiais da quadra são praticamente as mesmas do vôlei convencional.

O Brasil tem uma grande tradição no vôlei de praia, até por causa da extensa faixa litorânea do País (vale lembrar que não necessariamente as disputas se dão à beira-mar, basta apenas um campo de jogo com areia, como foi em Londres). Grandes atletas também são reconhecidos internacionalmente, como Ricardo, Emanuel, Alison, Juliana, Talita e Maria Elisa, entre outros.

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