Jonne Roriz/Estadão - 8/5/2011
Jonne Roriz/Estadão - 8/5/2011

Natação brasileira com fôlego para encantar nos Jogos do Rio 2016

Projeto é revelar novos talentos e lapidar uma geração que lutará por medalhas

Paulo Favero, O Estado de S. Paulo

25 de fevereiro de 2013 | 19h56

SÃO PAULO - A natação é considerada uma das modalidades mais antigas do mundo – pinturas rupestres de mais de 7 mil anos fizeram o registro – e sempre tem um espaço nobre nos Jogos Olímpicos. Está presente desde a primeira edição da era moderna, realizada em Atenas, em 1896. Bastante difundida no Brasil, é considerada uma atividade física completa, mesmo que apenas para recreação.

O País sempre teve uma relação intensa com o esporte, que é um dos que mais conquistaram medalhas olímpicas para o Brasil. Foram 13 no total, no masculino, com destaque especial para Gustavo Borges, que subiu quatro vezes ao pódio, um recorde nacional até o momento, e César Cielo, que faturou o primeiro ouro de nossa história.

A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, que também inclui nado sincronizado, maratona aquática, salto ornamental e polo aquático, quer acabar com essa defasagem entre o masculino e feminino e, para isso, criou um grupo que cuidará especialmente dos interesses das nadadoras.

O projeto não é apenas para 2016, mas pretende que ali sejam plantadas sementes para germinar nas outras edições olímpicas. A falta de estrutura é uma dificuldade a mais, principalmente em um País que não tem uma política educacional aliada a uma política esportiva. A expectativa é grande em relação ao desempenho nas piscinas do Rio.

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