Natação brasileira se afunda na crise

A natação brasileira ?fez água?. A expressão popular usada para falar de algo que não está dando certo, encaixa-se bem na modalidade que, oito meses após a Olimpíada de Sydney, continua sem um programa de desenvolvimento de talentos e com a única perspectiva de manter-se dependente dos atletas fora de série que aparecem de tempos em tempos. "O que a natação do Brasil pode esperar? A curto prazo, nada. Infelizmente, o esporte vive de talentos isolados", afirma Gustavo Borges, que renovou contrato com o Vasco, mas ainda não viu a cor dos salários atrasados - "vou receber ao longo de 2001". Aos 28 anos, dono de quatro medalhas olímpicas no estilo livre, Gustavo pode dar-se ao luxo de não precisar do dinheiro do Vasco - tem quatro patrocínios pessoais.Leia a íntegra no Estadão

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