Marcos Michel/Reuters
Marcos Michel/Reuters

Nem tudo é festa: 13º ainda não foi pago no Flamengo

Para evitar crises de ciúme no grupo, clube quer quitar dívidas antes do início da temporada

Bruno Lousada e Leonardo Maia, O Estado de S.Paulo

13 de janeiro de 2011 | 00h00

A contratação de Ronaldinho Gaúcho envolveu muitas manobras financeiras do Flamengo, parceiros poderosos e cifras astronômicas. Apenas com salários, o craque ganhará mais de R$ 50 milhões ao fim do acordo, que estipula uma multa rescisória de R$ 400 milhões. Mas o clube carioca não esconde que ainda sofre para saldar seus compromisso mensais.

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O vice-presidente de futebol Luiz Augusto Veloso, em meio ao frenesi da apresentação do novo ídolo, admitiu que o clube ainda deve o 13.º salário e luvas aos jogadores e busca soluções das mais diversas para quitar as dívidas antes do início da temporada.

Colocar a folha em dia será ainda mais importante com a chegada do astro da camisa 10. A diretoria rubro-negra entende claramente que seria extremamente prejudicial ao ambiente do grupo caso Ronaldinho receba seu milionário salário religiosamente em dia e os demais sofram com atrasos. Os dirigentes precisarão demonstrar a mesma habilidade fora de campo que o craque exibe dentro dele.

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