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Nem vencer Indianápolis garante meu futuro, admite Bia Figueiredo

Piloto brasileira tem acordo fechado para participar apenas da 5 primeiras provas de 2013

Leandro Silveira, Agência Estado

02 de maio de 2013 | 16h57

SÃO PAULO - Com acordo fechado para participar apenas das cinco primeiras provas da temporada 2013 da Fórmula Indy pela equipe Dale Coyne, a piloto brasileira Bia Figueiredo reconheceu que o seu futuro é uma incógnita após correr as 500 Milhas de Indianápolis, corrida mais importante do calendário, marcada para o dia 26 de maio, e que sucede a etapa de São Paulo - a disputa no Brasil será neste domingo, no circuito de rua do Anhembi.

A brasileira disse nesta quinta-feira, durante entrevista no circuito do Anhembi, que bons resultados podem ajudá-la a firmar um contrato mais longo na categoria, mas reconheceu que o aspecto financeiro terá peso fundamental para a definição do seu futuro.

"Ainda está em aberto, mesmo que vença em Indianápolis não estarei garantida. A equipe precisa se estruturar financeiramente. Tem um trabalho sendo feito, mas é cedo para dizer algo. Vou focar no resultado, mas é preciso expandir patrocinadores para fazer mais provas", afirmou Bia.

Participando de provas da Indy desde 2010, Bia ainda tem dificuldades de conseguir resultados relevantes. A brasileira espera mudar essa situação neste domingo, na etapa de São Paulo, quando tentará pela primeira vez terminar uma prova nas 10 primeiras colocações. "Quero o melhor resultado da minha carreira", disse ela, que tem o 11º lugar da etapa de Toronto em 2011 como seu principal resultado.

Neste ano, a piloto da Dale Coyne também apresenta desempenho modesto e ocupa apenas o 24º lugar na classificação do campeonato, com 30 pontos após a disputa de três provas. Mas ela faz um balanço positivo e celebra por chegar ao Brasil após disputar uma série de corridas. "É uma equipe pequena, mas com chances de conseguir bons resultados. Comecei bem a temporada com uma sequência de provas", avaliou Bia.

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