Neymar espera menos faltas e lamenta lesão de Adriano

O atacante Neymar chega ao Mundial de Clubes como principal atração e esperança do Santos, mas garante que não garantiu não se preocupar com a possibilidade de ser "caçado" dentro de campo pelos adversários, como tem sido comum nas partidas disputadas no Brasil. O astro sabe que será alvo de atenção dos oponentes, mas não teme entradas violentas. Porém, ressalta que a competição será complicada para o time paulista.

AE, Agência Estado

09 de dezembro de 2011 | 09h28

"Se os nossos adversários me derem um pouco de espaço seria bom, porque eu estou sempre recebendo faltas", disse Neymar, nesta sexta-feira, na primeira entrevista coletiva do Santos no Japão. "Mas este é o Mundial de Clubes. Há muitos times bons aqui e sabemos que os jogos serão difíceis".

O Santos vai entrar em campo no Mundial de Clubes apenas na quarta-feira, quando a equipe enfrentará o vencedor do duelo entre Monterrey, do México, e Kashiwa Reysol, do Japão, que será disputado no domingo. A expectativa, porém, é para um confronto contra o Barcelona em uma possível decisão da competição.

Neymar lamentou a ausência do volante Adriano, que está contundido e poderia ser o responsável por marcar Lionel Messi. "Ele fará muita falta", disse. "É uma grande perda, especialmente para ele porque estava curtindo um momento maravilhoso em sua carreira", disse o santista, admitido que será difícil parar o astro argentino. "Eu sempre disse que Messi é o melhor jogador do mundo neste momento", afirmou. "Pará-lo é muito difícil, mas estamos procurando maneiras".

Jogador mais assediado do Santos no Japão, Neymar declarou que se surpreendeu com a recepção e o carinho recebido em Nagoya, onde a equipe está se preparando para o Mundial de Clubes. "Chega a surpreender. Ser reconhecido do outro lado do mundo me deixa muito feliz. Agradeço a todos pelo carinho, a todos os japoneses. Fui recebido muito bem aqui".

Questionado pela imprensa internacional, Neymar refutou comparações com Pelé. "Esta comparação é uma honra muito grande, mas Pelé é único e ninguém vai chegar aonde ele chegou. Mas estou focado neste Mundial, que é muito importante. Não só para mim, mas para todos os companheiros".

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