Neymar torce o punho, mas deve jogar

Neymar sofreu um entorse no punho direito no primeiro tempo da derrota contra o Bahia, quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, e está sendo submetido a tratamento, com gelo e anti-inflamatório. A expectativa é de que ele se recupere a tempo de enfrentar o Sport, domingo, no Estádio dos Aflitos, no Recife.

O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2012 | 03h08

"Como a região estava inchada, o punho só pôde ser imobilizado, após o jogo. Hoje (ontem), Neymar fez uma ressonância e foi descartado qualquer tipo de fratura. Vamos continuar o tratamento até domingo", explicou o médico Maurício Zenaide.

Ontem, Neymar fez apenas um treino regenerativo no CT Rei Pelé junto com os demais titulares que enfrentaram o Bahia. Apenas o goleiro Rafael treinou com os reservas no gramado.

A contusão no punho é o segundo problema médico enfrentado por Neymar desde o seu retorno da seleção brasileira. Na sexta-feira passada, ele amanheceu gripado, mas mesmo assim participou do treino normalmente e acabou marcando os dois gols da vitória de virada sobre o Palmeiras, por 2 a 1.

Miralles. O atacante, que está recuperado de um edema na coxa direita, voltou a treinar no campo ontem à tarde. Enquanto os jogadores reservas realizavam um coletivo, o argentino fez exercícios físicos.

Afastado para tratamento desde o jogo contra a Universidad de Chile, em Santiago, pela Recopa, Miralles vai ser submetido a treinamentos físicos especiais e tem possibilidade de ficar no banco de reservas contra o Fluminense, quarta-feira, no Engenhão. Quarta, contra o Bahia, Muricy recorreu a Victor Andrade e Bill para reforçar o ataque no final da partida.

O meia Bernardo será reavaliado por Muricy Ramalho no treino de ontem e poderá fazer parte da delegação que viajará para Recife. O ex-vascaíno sofreu uma distensão na virilha no empate por 0 a 0 contra o Sport, dia 27 de maio, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. /S.F.

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