Scott Eklund/AP
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NFL dará privilégios a atletas imunizados, mas não vai tornar vacina obrigatória na liga

Próxima temporada de futebol americano começa no dia 9 de setembro. Já o draft de 2021 está marcado de 29 de abril a 1º de maio em Cleveland

Redação, O Estado de S.Paulo

26 de março de 2021 | 11h08

A vacina contra a covid-19 não será obrigatória para garantir a participação das equipes na próxima temporada da NFL (National Football League). No entanto, apesar do relaxamento no controle de prevenção da pandemia, os dirigentes da liga de futebol americano esperam que jogadores, treinadores e integrantes das franquias estejam vacinados e prometem privilégios extras para quem comprovar a imunização. Com a troca de presidente, de Donald Trump para Joe Biden, os EUA aceleram na imunização, com mais de 100 milhões de americanos vacinados.

A informação partiu do chefe médico da NFL, Allen Sills. Segundo ele, o objetivo com a medida é focar na conscientização dos atletas em relação aos cuidados com a saúde e vacinação. As 32 equipes receberam o documento dando conta dos itens desse novo protocolo. Mas para que essas medidas sejam colocadas em prática, todos os atletas no vestiário deverão estar vacinados.

"Vamos continuar as discussões e ir onde a ciência nos leva. Estamos vendo muito diálogo sobre vacinação e esperamos que todos sejam vacinados. Como falaremos no draft, jogadores vacinados terão certos privilégios e algumas exigências serão retiradas", disse o médico Allen Sills. A próxima temporada de futebol americano começa no dia 9 de setembro. Já o draft de 2021 da NFL está marcado de 29 de abril a 1º de maio em Cleveland.

Nos Estados Unidos, o governo segue na sua campanha de imunização da população para conter o novo coronavirus. Nesta sexta-feira, mas de 100 milhões de pessoas já tinham sido imunizadas. O presidente americano Joe Biden tem como objetivo cumprir a marca de 200 milhões de pessoas imunizadas até o fim de abril. A vacinação contra o coronavírus nos EUA começou em dezembro do ano passado, ainda no governo Trump, e chegou a correr o risco de ser interrompida por falta de doses. No entanto, nas última semanas, o país acelerou o ritmo e mais de duas milhões de americanos têm sido imunizadas diariamente.

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