No ano do adeus, Marcos apoia o sistema de rodízio de goleiros

Marcos trabalha para estrear amanhã, no Pacaembu. O atleta, que vai encerrar a carreira em dezembro, sabe que não conseguirá atuar em todos os jogos do Palmeiras. Por isso, o time terá de fazer um rodízio de goleiros nesta temporada.

Daniel Akstein Batista, O Estado de S.Paulo

14 de janeiro de 2011 | 00h00

Um dos maiores ídolos da torcida alviverde, Marcos convive com dores no joelho esquerdo. Ele atuou 30 minutos contra o Juventus na terça-feira e anteontem repetiu o tempo contra o XV de Piracicaba. É pouco ainda, mas para ele já é uma vitória.

Mesmo confiante em voltar a atuar, Marcos afirma que Deola terá várias chances pela frente. "Se começar comigo, vai ter rodízio. Um cara de 20 anos não consegue fazer tantos jogos, imagina eu com 37", falou. "Vou fazer o máximo e não quero atrapalhar o Deola e o Bruno que são o presente e o futuro do time. Quero terminar por cima."

Carlos Pracidelli, treinador de goleiros do time, garante que esse possível rodízio não vai atrapalhar a equipe. "Se eu achar que atrapalha, deixará de ser feito", avisa. "Mas pela qualidade dos goleiros que temos, acredito que não teremos problema."

Pracidelli prefere esperar até hoje para garantir a presença de Marcos contra o Botafogo. "Todo o nosso trabalho é para ele jogar", disse, também sem saber como será a forma do rodízio de goleiros. "Pode ser que o Marcos faça uma sequência de jogos e fique 2 ou 3 partidas fora."

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