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No Pan, Arthur Zanetti busca medalha de ouro inédita na carreira

Ginasta, que nunca foi ouro no Pan, é favorito na final das argolas

NATHALIA GARCIA, ENVIADA ESPECIAL A TORONTO, O Estado de S. Paulo

14 de julho de 2015 | 10h21

Depois de faturar a prata com a equipe brasileira de ginástica artística nos Jogos Pan-Americanos, Arthur Zanetti tenta confirmar o favoritismo na final das argolas nesta terça, às 16h30 (de Brasília), de olho na medalha inédita em sua carreira. O brasileiro, que ficou com o segundo lugar no Pan de Guadalajara (2011), se garantiu entre os oito finalistas em Toronto com a nota 15,800.

"Dá para melhorar, a gente sempre busca os décimos e é o que a gente vai trabalhar para a final. Vamos tentar fazer melhor ainda", afirma o atleta, que apresentou no Pan a mesma série da etapa de São Paulo da Copa do Mundo, quando tirou a melhor nota de sua carreira: 16,050.

Na fase de classificação, Zanetti estava atento ao resultado do argentino Federico Molinari. No entanto, o rival ficou apenas na quinta posição. Quem ficou mais próximo do ginasta do Brasil foi o norte-americano Donnell Whittenburg, com 15,450. Já Manrique Larduet (Cuba) e Tommy Ramos Nin (Porto Rico), ambos com 15,400, avançaram no terceiro e quarto lugares.

"São três adversários que estão com a nota praticamente iguais, estou só um pouco na frente deles. Tenho que fazer meu máximo mesmo para trazer esse resultado", projeta o campeão olímpico. Os Jogos Pan-Americanos servem como preparação para o Mundial de Glasgow, na Escócia, que será disputado entre 23 de outubro e 1 de novembro.

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