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No retorno à seleção, Alexandra espera ajudar Brasil no Mundial feminino de handebol

Jogadora está no Japão com a equipe, que encara um grupo complicado com França, Alemanha, Dinamarca, Coreia do Sul e Austrália

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2019 | 17h31

Aos 38 anos, Alexandra Nascimento vai disputar mais uma edição do Mundial feminino de handebol e espera poder ajudar o Brasil a chegar longe na competição. A experiente atleta foi convocada pelo técnico Jorge Dueñas e quer contribuir para que a equipe avance no torneio, mesmo estando em um grupo bastante complicado.

"As expectativas para o Mundial são as melhores possíveis sempre. Nosso grupo é um dos mais difíceis da primeira fase, mas vamos dar o nosso melhor para conseguir chegar o mais longe possível", avisou a atleta, que atua de ponta direita e já foi eleita a melhor jogadora do mundo em 2012 pela Federação Internacional de Handebol.

O Mundial começa neste sábado no Japão e vai até o dia 15, quando serão disputas a final e a medalha de bronze. Alexandra pode ajudar com seu talento o Brasil, que está em um grupo com França, Dinamarca, Coreia do Sul e Austrália, além da Alemanha, adversária da primeira rodada em duelo marcado para 15h no horário local no Japão (3h no horário de Brasília).

Alexandra estava no elenco que conquistou o título mundial em 2013, na Sérvia, quando a equipe brilhou e se tornou campeã pela primeira vez. Agora no Japão, ela terá outras experientes companheiras ao seu lado, como as armadoras Duda Amorim e Deonise, a goleira Babi e a central Ana Paula.

"Eu estou muito feliz de estar de volta à seleção e recebi o convite do Dueñas com surpresa. Estive em março em um torneio com a seleção na Espanha, mas depois tive uma lesão que me deixou fora dos Jogos Pan-Americanos, em Lima", afirmou a atleta, que viu suas companheiras ganharem a medalha de ouro e carimbarem a vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

Alexandra vem atuando em alto nível na Europa, está recuperada das lesões e pode ser importante no Mundial até para atuar em diferentes posições no time. "Espero poder ajudar a seleção independentemente da posição. Vou jogar alguns momentos na minha posição, que é na ponta-direita, mas também vou ajudar de lateral-direita", explicou.

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