No São Paulo, Carpegiani pede calma após reação

Paulo César Carpegiani assumiu o São Paulo evitando fazer projeções sobre uma possível classificação para a Libertadores de 2011. A meta do treinador era vencer seus primeiros jogos para, assim, "colocar na mira" os adversários que estão à sua frente na classificação do Brasileiro. O treinador até obteve sucesso na sua primeira semana de trabalho - bateu Vitória e Grêmio Prudente -, mas a situação da equipe continua difícil.

RAPHAEL RAMOS, O Estado de S.Paulo

12 de outubro de 2010 | 00h00

O Tricolor é o 10.º colocado, com 41 pontos. Tem 8 a menos do que o terceiro colocado - último time na faixa de classificação à Libertadores -, o Corinthians. O Alvinegro ganhou 58,3% dos pontos que disputou até agora, enquanto o rendimento do São Paulo é 47,1%. Para terminar o Nacional com o mesmo aproveitamento que o rival alvinegro ostenta hoje, o Tricolor precisa somar pelo menos mais 25 pontos nas últimas nove rodadas. Assim, a equipe tem de vencer oito partidas e empatar uma.

Carpegiani gosta de ressaltar que nunca pode-se duvidar da capacidade de reação de um clube como o São Paulo, porém é comedido ao falar sobre as chances de a equipe conseguir essa arrancada sob o seu comando na reta final do Brasileiro. "Já colocamos alguns adversários na nossa mira, mas vamos com calma", disse. "Temos de fazer a nossa parte, vencer os jogos e torcer para que os times que estão na nossa frente empatem o máximo de partidas possível. Vamos pensar rodada a rodada." No domingo, o time recebe o Santos, às 18h30, no Morumbi.

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