Nova Zelândia recorrerá de exclusão de torneio pré-olímpico de futebol

Os dirigentes de futebol da Nova Zelândia anunciaram nesta segunda-feira que contestarão na Justiça a decisão da Confederação de Futebol da Oceania, que excluiu a seleção sub-23 do torneio classificatório para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Estadão Conteúdo

13 de julho de 2015 | 15h29

A entidade continental entendeu que o time neozelandês utilizou um jogador irregular na competição na vitória sobre Vanuatu por 2 a 0 nas semifinais. A seleção derrotada alegou que o zagueiro Deklan Wynne, que nasceu na África do Sul, não poderia ter entrado em campo pela Nova Zelândia.

De acordo com a Fifa, para atuar por uma seleção, o jogador precisa ter nascido no país, ter pais ou avós nascidos no país ou ter vivido no país em questão durante cinco anos até os 18 anos. Wynne morou na Nova Zelândia por cinco anos, mas até os 20 anos. E já havia feito três jogos pela seleção sem ninguém ter contestado.

Em sua defesa, a Nova Zelândia solicitou uma exceção utilizando as regras da Fifa, que permitem um jogador menor de 21 anos trocar de nacionalidade esportiva.

Apesar de o impasse não estar resolvido, a competição na Oceania continuou e Vanuatu avançou para a próxima fase. Na final perdeu nos pênaltis para Fiji por 4 a 3. Com isso, Fiji será o representante do continente nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016.

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