Nuzman espera que Brasil ganhe 15 medalhas

Presidente do COB disse que a expectativa é que os atletas conquistem o mesmo número de pódios do que em Pequim

Silvio Barsetti - Enviado especial, O Estado de S.Paulo

23 de julho de 2012 | 03h02

Num rápido contato com a imprensa, ontem à tarde, no Crystal Palace, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, disse que o País conta com estrutura de potência olímpica na capital inglesa. "Não há outra delegação com condições superiores à nossa. Isso é um grande passo."

Ele enfatizou o que foi oferecido aos atletas e comissões técnicas. "Cada equipe, cada esporte, tem características especiais e uns podem aproveitar melhor, outros não. Mas ninguém vai poder reclamar que não recebeu ou usufruiu de uma estrutura diferenciada, de alta qualidade", disse. Na opinião do dirigente, isso vale também para a Olimpíada do Rio, para a qual o objetivo é mais ambicioso, com relação à estrutura da delegação do País.

Nuzman reforçou que só vai falar do investimento total do COB na preparação dos Jogos de Londres ao final. Ele disse que a expectativa de medalhas do "Time Brasil" em 2012 é similar à de 2008, em Pequim, quando o os atletas brasileiros conquistaram 15 pódios .

Ele evitou responder perguntas sobre a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de não incluir o futsal e o futebol de areia nos Jogos de 2016. "O COI decide a relação de esportes com as federações internacionais. Não passa por nós essa decisão. Apenas temos de organizar a Olimpíada. Eu não tenho que ficar opinando sobre isso", declarou, pedindo depois que os jornalistas não mas insistissem nesse assunto.

Nuzman visitou as instalações do Crystal Palace, conversou com alguns atletas e depois seguiu para um encontro com alguns colegas do COI. O ritmo do dirigente em Londres é intenso. Em média, ele tem de quatro a seis atividades por dia. Ontem, mesmo debaixo de um sol forte, Nuzman, de 70 anos, não aparentava cansaço.

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