''O Brasil ainda vai se orgulhar dele'', diz o técnico Larri

Com a sabedoria de quem chegou ao topo do ranking mundial junto de Gustavo Kuerten, Larri Passos pede paciência da torcida com outro pupilo de quem se espera muito: Thomaz Bellucci. Ontem o brasileiro caiu nas quartas de final do Brasil Open de forma inapelável: 1/6 e 2/6 diante do veterano argentino Juan Ignacio Chela, em 1h20 de jogo.

Giuliander Carpes, O Estado de S.Paulo

11 de fevereiro de 2011 | 00h00

Desde o começo da temporada, o brasileiro caiu no ranking (está na 37ª colocação), sofreu algumas derrotas decepcionantes, mas o técnico insiste que o melhor tenista do Brasil está no caminho certo. "Nós podemos ter certeza de que o Thomaz ainda vai dar muito orgulho para o povo brasileiro", disse Larri, que gosta de chamar para si o papel de porta-voz do tênis nacional. Há motivos. Afinal, ele agora responde como uma espécie de coordenador da Confederação Brasileira de Tênis (CBT). E deposita todas as suas fichas de curto prazo no sucesso de Bellucci.

Larri tenta alterar o jogo de Bellucci gradativamente: "Quero que ele pise mais dentro da quadra. E tenha mais força mental", explicou. Os resultados, no entanto, ainda não apareceram. Bellucci iniciou o ano na 30ª posição do ranking - sua melhor colocação foi 21º, em junho. Após três torneios, caiu sete postos. A única esperança brasileira no torneio é Ricardo Mello, que passou às semifinais ao arrasar Pablo Andujar (6/1 e 6/0) e repetir a campanha do ano passado.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.