O capitão Rogério Ceni alerta: nada de euforia antes da hora

Rogério Ceni fez bem seu papel de capitão do São Paulo ontem. Logo após o bom triunfo sobre o Avaí, por 2 a 0, pediu aos companheiros que evitem um discurso eufórico. "O campeonato não tem nada decidido, três ou quatro equipes irão até as rodadas finais brigando pelo título. Para estarmos entre elas precisamos de mais nove ou 10 vitórias", fez cálculos o goleiro.

, O Estadao de S.Paulo

13 de setembro de 2009 | 00h00

Amigo pessoal de Muricy Ramalho, o jogador estará na torcida hoje para que o Palmeiras, comandado pelo ex-treinador do São Paulo, tropece diante do Vitória. "Não vou torcer contra o Muricy, mas para que o Vitória faça um grande jogo. Se o Palmeiras tropeçar, será bom para a gente."

As palavras de Rogério Ceni de cautela devem servir para o zagueiro Miranda. Normalmente discreto, o jogador resolveu cutucar os adversários na luta pelo título. "Se eles vacilarem, vamos buscá-los, assumiremos a primeira colocação e não sairemos mais de lá."

Dagoberto, um dos heróis da noite, preferiu dividir os méritos da boa atuação. "Não sou artilheiro, mas se a bola chegar bem...", falou. "Estou feliz, pois pude ajudar a equipe. E o Marlos deu um bom passe para o gol", reconheceu.

HOMENAGEM

A diretoria do São Paulo faz questão de não esquecer de seus ídolos. E um deles esteve ontem no Morumbi, desta vez como adversário: o técnico Silas, do Avaí. O ex-meia do clube nos anos 80 recebeu uma placa e uma camisa do São Paulo com o número 8 e seu nome. "Fui três vezes campeão aqui e esse carinho da diretoria não tem preço", afirmou Silas.

Na verdade, foram quatro conquistas. Os paulistas de 1985, 1987 e 1998, além, do Brasileiro de 1986, no famoso time dos Menudos do Morumbi, ao lado de Müller, Edvaldo, Pitta e Sidney.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.