O mantra do ex-explosivo Fábio Costa

A rotina que Fábio Costa, aos 32 anos, passou a viver nos últimos 11 meses é bem diferente daquela com que se acostumou em quase 20 anos como jogador profissional. Sem pressão, é verdade. Mas também sem sentir a adrenalina de fazer parte de um time e de brigar por vitórias e títulos.

Paulo Galdieri, O Estado de S.Paulo

14 de agosto de 2011 | 00h00

Desde que foi afastado do elenco do Atlético-MG, em setembro de 2010, a vida do goleiro passou dos holofotes para a calmaria que lhe dá a possibilidade de curtir a família num fim de semana. Até o mês passado, o campeão brasileiro por Santos e Corinthians e com passagens pela seleção, nem podia treinar no clube e sua vida parecia a de um ex-jogador e não a de um goleiro que ainda tem salário de elite, cerca de R$ 155 mil mensais - seu contrato com o Atlético vence em dezembro e seu vínculo com o Santos só no final de 2013.

Fábio passou a maior parte dos últimos 11 meses em casa. Só agora é que voltou a treinar e passou a se dividir entre Belo Horizonte e o litoral norte paulista. De segunda a sexta, fica em Minas, onde treina diariamente no Atlético separado do elenco. Nos fins de semana, se reencontra com a família em São Paulo.

De temperamento explosivo, o goleiro agora repete agora um novo mantra: "Estou tranquilo, A situação não é a que eu gostaria, mas se o que tem é isso, é isso então", diz em tom sereno.

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