O talismã Júlio Baptista: gol valioso

Atleta da Roma entra bem e agora sonha com a titularidade contra Peru

Eduardo Maluf, QUITO, O Estadao de S.Paulo

30 de março de 2009 | 00h00

Júlio Baptista, da Roma, tem se tornado uma espécie de talismã do técnico Dunga na seleção brasileira. Autor de um golaço na final contra a Argentina, que abriu caminho para a conquista do título da Copa América de 2007, o camisa 16 foi novamente decisivo ao marcar o gol contra o Equador. Ontem, ele saiu da reserva no segundo tempo para substituir Ronaldinho Gaúcho. O atacante de 27 anos mostrou oportunismo e sorte aos 27 minutos, para marcar seu sétimo gol com a camisa brasileira. "Eu estava no banco, mas atento ao jogo", disse. "Entrei bem, ligado, acertei um bom chute e tive sorte", comemorou o atleta da Roma, lembrando que a bola bateu na trave e em seguida no goleiro Cevallos antes de ir para o fundo das redes.Mesmo na reserva, "La Besta", como ficou conhecido na Espanha, quando defendia o Real Madrid, já tem três títulos defendendo a seleção brasileira: foi campeão da Copa América por duas vezes (2004, no Peru e 2007, na Venezuela) e estava no grupo que conquistou a Copa das Confederações na Alemanha, em 2005.O meia-atacante não nega que sonha iniciar o jogo contra o Peru, quarta-feira, em Porto Alegre. "Como todo jogador eu quero ser titular, não vou mentir", declarou. "Na vida temos de ser pacientes. O Dunga vai tendo mais confiança em mim. Estou conseguindo meu espaço e isso é importante."

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