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''O time tem a cor de meu sangue e da minha pele''

O guarda Pedro Na M"berra, conhecido como Baião, de 24 anos, é um dos moradores da Tchada que ganharam a camisa do Flamengo. E, desde que recebeu o presente, vai ao trabalho todos os dias com o "manto sagrado" por baixo do uniforme. Quem o vê falar sobre sua paixão pelo time carioca pensa que ele nasceu flamenguista e foi criado nas ruas do Rio. "O Flamengo tem a cor do meu sangue e da minha pele. Sou rubro-negro até a morte."

Mirella Domenich, O Estado de S.Paulo

21 de janeiro de 2011 | 00h00

Dois de seus colegas também passaram a ir trabalhar com a camisa de futebol por baixo do uniforme, e um deles já foi multado pelo dono da empresa de segurança no equivalente a R$ 5, porque um dia exagerou e foi trabalhar só com a camisa do Flamengo.

A febre rubro-negra foi responsável por algo que no Brasil parece inimaginável: fazer um corintiano mudar de time. O nome do vira-casaca é Dionísio Dias, um policial de 30 anos que em 2009 viveu seis meses em Brasília. Ele voltou para casa como torcedor do Alvinegro, mas não resistiu à avalanche flamenguista. "Dei minha camisa do Corinthians para um amigo. Agora eu sou Mengo."

E ele não é apenas um dos muitos novos torcedores do time carioca em Bissau. É também o técnico do Flamengo de Tchada. "O Flamengo do Brasil está ficando cada vez mais conhecido aqui, porque, com o nosso time, divulgamos a nação rubro-negra por toda a cidade."

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