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Obsessão e necessidade movem a luta pelo ouro

SÃO PAULO - Conquistar a medalha de ouro no futebol olímpico está se tornando quase uma obsessão para brasileiros e brasileiras. Por motivos diferentes. O futebol masculino do País tem cinco Copas do Mundo, mas só a partir da década de 80 começou a dar alguma importância para os Jogos – a prata de 1984, por exemplo, foi ganha, a rigor, pelo time do Inter-RS – e a colocação da medalha dourada no peito por muito tempo foi mais uma questão de teimosia do que objetivo real. O feminino, fundamentalmente, vê no ouro a cartada maior, e decisiva, para a tentativa de fazer a modalidade ser levada realmente a sério no País.

Almir Leite, estadão.com.br

24 de fevereiro de 2012 | 15h45

O Brasil tem chances reais de vencer as duas competições no futebol. No mínimo, deve voltar para casa com alguma medalha, como ocorreu quatro anos atrás, em Pequim, quando o time masculino foi bronze e o feminino, prata.

O espírito das duas equipes, porém, vai ser distinto em Londres. Para a seleção masculina, se o ouro não vier haverá a boa desculpa de que ganhar a Copa de 2014, que o Brasil vai sediar, é o que realmente interessa. Além do mais, em 2016 a Olimpíada será por aqui e então o esforço pelo lugar mais alto do pódio vai ser total.

Mesmo assim, um time com nomes como Neymar, Ganso, Lucas e Damião é sempre cotado.

O feminino, ao contrário, tem no título olímpico o objetivo total. Para alcançá-lo, o técnico Jorge Barcellos tem promovido longos períodos de treinos e pretende realizar muitos amistosos, para que a seleção chegue a Londres bem preparada e, depois de algumas bolas na trave, enfim, faça o gol. Ou seja, conquiste o ouro.

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