Oficialização de candidatura ocorre dias antes do torneio

Cristina Kirchner chegou ao poder graças a seu marido e antecessor, Nestor Kirchner (2003-07). Senadora e primeira-dama, foi eleita em outubro de 2007 e tomou posse em dezembro daquele ano. Nos primeiros três anos do governo de Cristina, o ex-presidente Kirchner foi o verdadeiro poder no governo.

Ariel Palacios, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2011 | 00h00

Em meados de 2010 tudo indicava que seu marido disputaria as eleições deste ano. Mas, em outubro passado, Kirchner sofreu um mortal ataque cardíaco. Com a retirada definitiva do marido do cenário político, Cristina despontou como a candidata natural do governo para as eleições marcadas para 23 de outubro.

No entanto, ela ainda não oficializou sua candidatura. O prazo vence na última semana de junho, poucos dias antes do início da Copa América.

Segundo as pesquisas, a presidente é a favorita, já que contaria com 30% das intenções de voto, a mesma proporção reunida por todos os candidatos da oposição. Os 40% restantes preocupam Cristina, que nos últimos meses tomou uma série de medidas para agradar ao eleitorado.

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