Organizadores festejam o sucesso de público

Cerca de 45 mil pessoas deve ser o público total do evento, o triplo registrado em média nos 11 anos no Sauipe

ALESSANDRO LUCCHETTI, O Estado de S.Paulo

18 de fevereiro de 2012 | 03h05

Os organizadores do Brasil Open trocaram as palmeiras, a brisa do mar e a vegetação da Costa do Sauipe, no litoral baiano, pela agitação de São Paulo. E estão felizes da vida. A razão é o grande sucesso de público da 12.ª edição do evento, a primeira realizada na capital paulista.

O torneio passou pelo grande desafio que se antepunha: receber um bom público mesmo no fim de semana do carnaval. Os ingressos para o anel inferior do Ginásio do Ibirapuera já estavam esgotados desde a semana passada. E restam poucos do anel superior.

O brasileiro Carlos Bernardes, um dos principais árbitros de cadeira do circuito, aprovou a mudança. O assédio do público chegou até ele. Entre um autógrafo e uma pose para fotos, ele fez uma comparação entre as 11 edições baianas e a paulista do evento. "Sauipe é um paraíso, um lugar fantástico. Mas lá a gente não tinha isso aqui", afirmou, estendendo o braço - "o público". Fazendo-se uma estimativa conservadora, com base nos ingressos já vendidos, a edição 2012 terá um público total de pelo menos 45 mil torcedores, o triplo da média no Sauipe.

Um pouco de azar. Luis Felipe Tavares, presidente da Kock Tavares, a promotora do evento, é todo sorrisos. "Achávamos que o carnaval poderia ser uma má data, mas nossa avaliação agora é que São Paulo tem público para comportar tudo".

Tavares destaca que não é possível nem comparar o que foi a 1.ª edição no Sauipe com agora. "O torneio lá começou no dia 10 de setembro de 2001, um dia antes de as Torres Gêmeas caírem. Foi um completo caos. E na primeira rodada o Gustavo Kuerten foi eliminado pelo (Flávio) Saretta. Foi uma tristeza", brincou.

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