Os novos "partidões" do esporte

Que nomes vêm à cabeça quando se pensa em esportistas bons partidos? Gustavo Kuerten, Pedro Paulo Diniz, Raí, Giovane ... Ricos, bonitos, solteiros, famosos, hors-concours, quase inacessíveis. Colecionam "namoradas" na proporção em que aumentam a conta bancária e o prestígio. Fogem da imprensa como o diabo da cruz. Estão cansados da exposição. Não podem nem levar uma mulher para jantar em um restaurante no Brasil - logo são assediados por fãs, jornalistas e, pior, por candidatas a ser o caso da vez."Novos" partidões surgem para concorrer com os já cobiçados pela mulherada: o piloto Helinho Castro Neves, campeão da tradicional 500 Milhas de Indianápolis; o boleiro Kaká, autor dos dois gols que levaram o São Paulo ao título do Torneio Rio-São Paulo; o velocista Claudinei Quirino, prata no revezamento 4 x 100 na Olimpíada de Sydney e ganhador de três provas no Pan-Americano de Winnipeg de 1999; e o iatista Robert Scheidt, tetracampeão mundial da classe Laser, ouro na Olimpíada de Atlanta, em 96, e prata na de Sydney. Além de corpos "sarados" e muito sucesso pela frente, são solteiros e "famosinhos". À exceção de Scheidt, estão livres, leves e ?bem soltos?.Leia mais no Estadão

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