Michael Sohn/AP
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Ouro nos Jogos do Rio, queniano Kipchoge vence a Maratona de Berlim

Fundista fica a 35 segundos de quebrar o recorde mundial com nova tecnologia para os tênis dos atletas já em uso

Estadão Conteúdo

24 de setembro de 2017 | 08h44

O queniano Eliud Kipchoge venceu neste domingo a Maratona de Berlim. Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, no ano passado, o atleta completou a prova em 2h03min32s e ficou atrás do recorde mundial por apenas 35 segundos. Ele culpou as condições climáticas por não ter conseguido batê-lo.

"Isso é o esporte. As condições não eram ideais. Choveu. Por sorte, não havia muito vento. No fim, estou apenas feliz por ter vencido o Adola", declarou, citando o segundo colocado Guye Adola, da Etiópia, que completou a prova 14 segundos depois de Kipchoge.

Havia uma grande expectativa sobre a possibilidade de quebra do recorde mundial da maratona em Berlim, principalmente por causa de uma nova tecnologia desenvolvida para os tênis dos atletas. A chuva que caiu na capital alemã, no entanto, prejudicou os competidores e acabou com qualquer possibilidade de recorde.

Por isso, o tempo de 2h02min57s obtida pelo também queniano Dennis Kimetto continua como o melhor da história. Kipchoge chegou a ameaçar a marca em uma prova bastante equilibrada, mas viu seu rendimento cair no fim e não conseguiu batê-la. Ainda assim, fez o suficiente para vencer a prova.

Entre as mulheres, Gladys Cherono cruzou a linha de chegada na primeira colocação ao completar a maratona em 2h20min23s. Também queniana, a corredora faturou o título ao ficar na frente da etíope Ruti Aga, segunda colocada, e da compatriota Valary Ayabei, que completou o pódio.

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