Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Pacaembu será sede de Arena de eSports avaliada em R$ 95 milhões

Iniciativa está agregada às obras de modernização e restauro do tradicional estádio

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2020 | 10h25

O Estádio do Pacaembu, históricamente conhecido por ser a casa do futebol, ganhará uma nova função: sediar a maior arena de eSports Battle Royale do mundo. Isso porque a concessionária que administra o complexo firmou uma parceria com um grupo de entretenimento focado em games, a BBL. "O Pacaembu será também a casa de todos os esportes e também da cultura, do lazer e do entretenimento", projeta Eduardo Barella, CEO da concessionária que administra o estádio, que ainda explica que essa obra inaugura uma série de projetos estratégicos para o local.

"Essa parceria vem ao encontro da nossa visão de futuro para o Pacaembu. Ao longo do último ano, compartilhamos o nosso projeto para o Complexo com potenciais parceiros e a aceitação tem sido incrível. O universo gamer, pela importância e alcance global conquistados, merece ser anunciado como a  primeira de uma série de parcerias estratégicas que pretendemos revelar nos próximos meses", revela Barella.

A arena será utilizada para sediar qualquer tipo de evento eSports, mas seu objetivo principal é ser palco de competições do popular gênero Battle Royale, que tem sido protagonista no mercado de games em decorrência do sucesso de FortniteCall of Duty: Warzone e Playerunknown's Battlegrounds. O projeto será incorporado às obras de modernização e restauro do estádio e custará cerca de R$ 95 milhões. Temporariamente, a arena estará no gramado do Pacaembu.

"Estamos honrados em avançar mais uma etapa colaborando com o impulsionamento do Brasil como referência mundial de esportes eletrônicos. Esta Arena representa uma nova fase não somente na vida dos gamers, mas em todo o ecossistema e cumpre a missão da BBL de fomentar e democratizar a cultura de games e esports, conectando marcas, desenvolvedoras e consumidores", afirma Nando Cohen, CEO da BBL.

 

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