Fabio Motta/ Estadão
Fabio Motta/ Estadão

Paes diz que atraso em Deodoro para Rio-2016 é 'crise superada'

'Entregar diante de muita incredulidade é muito bom', diz prefeito

CARINA BACELAR, Estadão Conteúdo

06 de agosto de 2015 | 19h25

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou nesta quinta-feira que o atraso nas obras do Parque Olímpico de Deodoro é "crise superada" na organização dos Jogos do Rio. No ano passado, demissões de operários e dificuldades para cumprir o cronograma causaram preocupação até no Comitê Olímpico Internacional (COI).

"Há um ano e meio atrás, Deodoro era uma espécie de crise na Olimpíada. Talvez a grande crise que a gente tenha tido. É muito bom a gente voltar a Deodoro. Os desafios estão praticamente superados. Fazer essa entrega diante de tanta incredulidade é muito bom", disse o prefeito do Rio, durante a abertura do Centro de Hipismo em Deodoro.

Apesar das declarações do prefeito, as instalações no Centro de Hipismo ainda não estão prontas. Falta terminar a construção de um centro veterinário e de um centro de tratadores, além de mais duas cocheiras e da reforma das baias onde ficam os cavalos, que devem ter porteiras recolocadas nos padrões olímpicos.

Paes também não mencionou o atraso das obras da Arena da Juventude, que também faz parte do Complexo de Deodoro e vai abrigar provas de basquete feminino e pentatlo. "Estamos em uma posição absolutamente segura", disse o presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman, que também esteve no evento de abertura do Centro de Hipismo.

O Parque de Deodoro será palco de 11 modalidades olímpicas e quatro paralímpicas durante os Jogos de 2016. O atraso na licitação do projeto, cujas obras começaram somente em julho do ano passado, foi motivo de preocupação constante da Comissão de Coordenação do Comitê Olímpico Internacional (COI).

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