Palmeiras inicia uma rara semana de paz hoje

Foi apenas o primeiro jogo do Palmeiras sob o comando de Gilson Kleina, mas já o suficiente para perceber algumas mudanças importantes que podem fazer com que a tão esperada arrancada aconteça e o time consiga escapar do rebaixamento.

O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2012 | 03h06

Por alguns momentos, a postura da equipe durante o jogo contra o Figueirense lembrou a do time campeão da Copa do Brasil. Unidos, quando um jogador cometia um erro o outro rapidamente ia cobri-lo.

Tanto no intervalo quanto no final do jogo o elenco se uniu no meio de campo e saudou a torcida, que tanto esteve ao seu lado durante a maior parte da temporada mas que nos últimos jogos resolveu protestar, até de forma mais violenta.

Os jogadores entraram de mãos dadas em campo, lembrando a seleção brasileira que conquistou o título mundial de 1994. A Copa do Mundo do Palmeiras é permanecer na Série A.

O time se reapresenta hoje visando a partida contra a Ponte Preta, sábado, no Pacaembu, em um clima bem mais tranquilo.

Jogadores e o técnico Gilson Kleina mostram muita consciência e sabem que estão longe de ter paz, mas os três pontos diante do Figueirense valeram para o time ver uma luz no fim do túnel e aumentar a confiança, palavra mais falada depois do jogo.

Kleina destacou que o único jeito de sair dessa situação é pensar jogo a jogo.

"A única coisa que vou prometer é trabalho. Se olharmos pelo lado bom, ganhamos uma posição na tabela. É uma posição a cada jogo. Essa vitória deu confiança aos jogadores que não vinham desenvolvendo seu melhor futebol. Isso nos dá força para sair dessa situação", analisou o treinador palmeirense.

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