Palmeiras pede proteção da PM

Polícia foi chamada para possível manifestação da Mancha Alviverde. Clube nega que tenha solicitado o reforço

Daniel Akstein Batista, O Estadao de S.Paulo

24 de junho de 2009 | 00h00

O atacante Obina estranhou quando chegou para treinar na manhã de ontem e viu um carro da Polícia Militar na frente da Academia de Futebol. De acordo com a diretoria do clube, os policiais estavam preocupados com possível manifestação da torcida Independente, no CT do São Paulo - os dois são vizinhos na Barra Funda -, mas a PM informou que o próprio Palmeiras foi quem pediu reforço, com medo de algum protesto da Mancha Alviverde, ainda por causa da eliminação na Libertadores."O Palmeiras não pediu nada. O policiamento nos avisou que haveria um protesto da Independente e ficou lá na frente", afirmou Sérgio do Prado, gerente administrativo. A assessoria da PM desmentiu o clube e disse que Palmeiras e São Paulo mandaram ofícios pedindo proteção policial. Nenhum torcedor palmeirense foi ontem à Academia protestar. Calma também no CT do rival.Ao chegar para o treino, Obina ficou preocupado. "Não entendi nada, não sabia o que estava se passando", comentou o atacante. O lateral Figueroa, ex-Colo Colo, deve assinar hoje, mas só poderá atuar em agosto, quando abre a janela de transferência internacional.NOVO HORÁRIOO clássico contra o Santos, marcado inicialmente para as 16 horas no domingo, vai ser disputado às 18h30 - a CBF alterou o horário para não coincidir com a final da Copa das Confederações.

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