Palmeiras recebe o Goiás com missão de frear queda na tabela

Sem Assunção e Valdivia, time de Felipão joga em Barueri para pelo menos se manter no 10º lugar, ameaçado pelo Vasco

Bruno Deiro, O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2010 | 00h00

Com pouca ambição no Campeonato Brasileiro, Luiz Felipe Scolari admite que a meta do Palmeiras é apenas terminar a competição na parte de cima da tabela. Nas últimas rodadas, porém, o excesso de empates fez o time estagnar e até cair posições - de 8º, caiu para 10º. Hoje, às 18h30, contra o Goiás, a equipe alviverde tenta usar o bom retrospecto na Arena Barueri para retomar o caminho das vitórias.

O Palmeiras ocupa a 10ª posição, com 44 pontos, e tenta se manter no bolo que briga pela última vaga para a Libertadores. Nas últimas cinco rodadas, porém, o time alviverde empatou três vezes e vem mostrando sinais de desgaste por conta da disputa simultânea na Copa Sul-Americana. O cansaço ficou evidente na derrota para o arquirrival Corinthians (1 a 0) no último jogo, no Pacaembu.

Em Barueri, encara hoje um adversário que também entrou em campo pelo meio de semana - na quinta, o Goiás perdeu em casa para o Avaí (2 a 1) pela Sul-Americana. Felipão relacionou todos os titulares para o jogo e estão fora apenas o suspenso Marcos Assunção e os machucados Valdivia e Maurício Ramos.

Lincoln deve ser o substituto de Valdivia no meio-campo e de Assunção nas faltas. Ontem, o meia foi testado por Felipão nas cobranças, ao lado de Fabrício, e conseguiu bom aproveitamento.

A dúvida é se Felipão vai escalar a equipe com dois atacantes, com Dinei ao lado de Kleber, ou se vai optar por uma formação mais cautelosa, com Pierre no meio e Kleber isolado na frente.

Marcos fora. Treinando há uma semana com bola, Marcos ficou de fora da lista para o jogo contra o Goiás. A previsão é que após mais uma semana de trinos ele estará à disposição para atuar. Depois de não ser relacionado pela 16ª partida consecutiva, o goleiro admite ficar na reserva de Deola. "Não tem problema nenhum se eu voltar no banco, ainda mais do jeito que o Deola está jogando." Ontem, Marcos deu entrevista no lugar de Felipão, que preferiu não falar após a polêmica de ofensas dirigidas à imprensa no vestiário em Minas, depois do empate (1 a 1) com o Atlétic0-mg.

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