Palmeiras vence e já é vice-líder

Equipe faz 3 a 0 no Paraná e volta ao grupo dos que vão à Libertadores

Gabriel Navajas, O Estadao de S.Paulo

21 de outubro de 2007 | 00h00

O Palmeiras está cada vez mais perto da Libertadores. Ontem, encaminhou a vaga após uma vitória tranqüila sobre o Paraná, 3 a 0, em casa. Depois de um primeiro tempo sonolento, a equipe de Caio Júnior se acertou e venceu um adversário que parece condenado ao rebaixamento. O Verde chega aos 54 pontos e assume a segunda colocação do Brasileiro - hoje pode ser ultrapassado por Santos e Grêmio. Foi uma vitória com brilho de Rodrigão, autor de dois gols. Foi, ainda, o sexto jogo sem derrotas.Palestra Itália lotado e Palmeiras animado para voltar ao grupo dos quatro primeiros. Ingredientes somados às boas fases dos meias Valdivia e Caio, que têm carregado o time nas costas nessas cinco partidas invictas da equipe. Nos primeiros minutos de bola rolando, a impressão era a de que Caio Júnior veria mais uma boa atuação da equipe, mas o Palmeiras não embalou. O Paraná, antepenúltimo colocado no Nacional, não tinha outra saída a não ser partir para cima. Começou a se impor e equilibrou o jogo. Levou perigo ao gol de Diego Cavalieri aos 20 minutos, depois que Jumar acertou a trave. O Verde passou a depender das jogadas de bola parada de Caio. Em uma delas, Gabriel fez boa defesa. Sem grandes emoções, a partida caminhava para o fim do primeiro tempo até que o Palmeiras achou o gol. Makelele arriscou de fora da área e contou com a colaboração do goleiro do Paraná. Gabriel soltou a bola na cabeça de Rodrigão. Livre, o centroavante marcou de cabeça, aos 42 minutos. "Às vezes o dia não é bom, pode ser isso", tentava explicar, no intervalo, o autor do gol palmeirense. "Mas só o primeiro tempo foi assim. O segundo será melhor." Rodrigão estava certo. O Palmeiras voltou bem melhor. Mas o jogo mostrou claramente a dependência que o Palmeiras tem de Valdivia e Caio. Com um ataque pouco animador - sobretudo Luiz Henrique -, as apostas são mesmo em cima da dupla. Não deu outra. Coube a Valdivia marcar o segundo, aos 20. E Rodrigão ainda marcou o terceiro, aos 28. Festa no Palestra Itália e a Copa Libertadores cada vez mais nas mãos.

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