Palmeirenses admitem erros que custaram caro ao time

Apesar de mais uma vez reclamarem do árbitro, jogadores reconhecem que não basta só criar as chances e não marcar

O Estado de S.Paulo

26 de agosto de 2012 | 03h02

Um velho ditado serviu para ilustrar as lamentações dos jogadores do Palmeiras ao final do jogo contra o Santos: "Quem não faz, toma". Os palmeirenses admitiram que apesar da reclamação contra a arbitragem, os erros da equipe foram preponderantes para o resultado negativo.

"Jogamos bem, tivemos oportunidades, mas é complicado. Temos que erguer a cabeça porque jogamos bem, mas o resultado não veio. Está na hora de começarmos a jogar bem e ganhar. Não basta só criar chances e não marcar gols", disse o zagueiro Henrique. Mazinho adotou discurso parecido. "Jogamos bem, mas demos espaço e o Santos foi mais competente."

O técnico Luiz Felipe Scolari fez questão de elogiar a postura da equipe. "Fizemos uma partida muito boa e se continuar jogando dessa forma, vamos sair dessa situação. Hoje (ontem) foi a melhor atuação do Palmeiras nos últimos 20 jogos."

Como se tornou hábito nas últimas partidas, os palmeirenses não pouparam críticas contra a arbitragem. Valdivia afirmou que o árbitro Guilherme Ceretta desdenhou da equipe. "Não adianta. Ele vem aqui fazer palhaçada com a gente. Íamos reclamar e ele tirava sarro da nossa cara", disse o chileno.

Já o treinador reclamou da falta de critério da arbitragem. "O dois pesos e duas medidas que é o problema. O Valdivia sofria as mesmas faltas do Neymar e o árbitro não marcada. E foi pênalti no Obina. Outra vez fomos prejudicados", disse. / Daniel Batista

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