Para chegar bem em 2016, um novo laboratório

Para o responsável pelo programa antidoping do Comitê Olímpico Brasileiro, o médico Eduardo De Rose, o Ladetec tem todas as condições de chegar ao nível exigido para os Jogos, "desde que o governo federal implemente um novo laboratório". Atualmente, os exames são distribuídos por sete salas diferentes, em três andares, no Centro de Tecnologia da UFRJ, na Ilha do Fundão.

O Estado de S.Paulo

12 de fevereiro de 2012 | 03h05

O próprio coordenador do Ladetec admite: "Mesmo que quiséssemos aumentar exponencialmente as instalações que temos hoje, não seria possível atender à demanda dos Jogos", disse Francisco Radler Neto.

O terreno onde vai ser construído o novo laboratório fica logo em frente. O projeto básico já está pronto, mas faltam projeto executivo, licitação e início da obra. Ainda assim, Radler acredita que tudo vai ficar pronto até o fim de 2013. A obra está orçada entre R$ 35 milhões e 40 milhões.

O Ministério do Esporte garantiu que vai financiar pelo menos R$ 20 milhões. "Já temos o dinheiro para o projeto básico e, no orçamento, os recursos necessários para a construção do novo laboratório", disse o diretor de Alto Rendimento da pasta, Marco Aurélio Klein. "Temos um desafio muito grande pela frente, e o importante é já termos a decisão política de fazer e dar foco ao laboratório."

Na semana passada, o projeto foi apresentado ao COI e à Wada, que visitaram o Ladetec. / T.R.

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