Para Murray, ouro olímpico é o ápice para um tenista

Vice-campeão do Torneio de Wimbledon recentemente, britânico chega otimista para disputa em Londres

Agência Estado, AE

25 de julho de 2012 | 11h37

LONDRES - Andy Murray tem o azar de ser contemporâneo de três gênios do esporte - Nadal, Federer e Djokovic - e, por isso, nunca venceu um Grand Slam. Mas ele ficou perto disso há menos de um mês, quando foi vice-campeão do Torneio de Wimbledon. O resultado na grama faz o britânico chegar otimista a Londres, em busca do ouro olímpico no All England Club.

E, mesmo sem nunca ter sentido o gosto de vencer um torneio importante, Murray sabe que ganhar a Olimpíada é mais importante do que qualquer outra coisa. "Em termos de importância, eu acho que uma medalha de ouro olímpica é o ponto mais alto de qualquer esporte, e seria maior do que tudo o que eu já fiz", comentou o britânico, quarto do ranking mundial.

Aos 25 anos, ele jogará em Londres a sua segunda Olimpíada. Em Pequim, há quatro anos, perdeu logo na primeira rodada, para o taiwanês Lu Yen-hsun. Depois, jogando duplas com o irmão Jamie, caiu na segunda fase e também ficou longe da disputa por medalhas.

Agora ele chega à Vila Olímpica como um dos jogadores mais midiáticos, favorito a uma medalha no tênis, no legendário All England Club. Acostumado ao circuito do tênis, Murray aproveita a experiência para se aproximar com ídolos de outras modalidade.

"Eu encontrei William Fox-Pitt (do hipismo). Minha namorada ficou muito feliz. Ela ama cavalos. Também encontrei Anthony Joshua. Ele é um boxeador superpesado, então para mim foi muito gostoso. Eu conversei com ele um pouco sobre boxe", revelou Murray, que garante querer aproveitar ao máximo a vivência na Vila. "Eu só quero boas conversas com diferentes atletas de todos os esportes."

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