Reprodução/Instagram
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Para Nicolás Massú, Santiago 2023 será importante para os jovens atletas

Bicampeão olímpico e um dos grandes nome do tênis mundial, chileno mostra otimismo com o Pan no Chile

Rafael Carneiro, enviado especial a Santiago, O Estado de S.Paulo

13 de agosto de 2019 | 04h29

Duas vezes medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004), sendo uma delas conquistada ao lado de Fernando González na disputa por duplas, Nicolás Massú (39) é um dos grandes nomes do tênis mundial. Chegou a estar entre os dez melhores no ranking da ATP e em 2006 ganhou o Brasil Open. Em entrevista exclusiva ao Estado, Massú falou sobre as suas expectativas para 2023.

Como você vê a realização dos Jogos Panamericanos em Santiago?

Como algo importante para o futuro do esporte chileno e tenho certeza que o Chile se esforçará ao máximo para que saia tudo da melhor maneira possível.

Como os Jogos Panamericanos podem ajudar a desenvolver o esporte no Chile?

Podem ser um incentivo ainda maior para que os atletas melhorem suas marcas, principalmente os que estão começando.

Como o Pan de Santiago poderá desenvolver ainda mais o tênis?

O fato de os atletas, não só do tênis, terem a possibilidade de estar em uma competição como essa e em casa, vai fazer com que se prepararem ainda melhor para os Jogos.

Quais tenistas chilenos podem se destacar nos próximos quatro anos?

Tomara que possam disputar os Jogos aqueles que já estão em atividade e os futuros talentos também. Por isso é difícil citar nomes.

Quais são as grandes potências do tênis no continente americano?

Além do Chile, vários países têm grandes tenistas atualmente. Ainda faltam quatro anos para o Pan e acho que o importante é seguir trabalhando para que a gente chegue com um bom nível de atletas para os Jogos, independente do adversário.

MAIOR MEDALHISTA CHILENO EM PAN VAI PARAR APÓS SANTIAGO 2023

Colecionador de medalhas, o esquiador aquático Felipe Miranda (33) conquistou em Lima a sua sétima em Jogos Panamericanos e entrou para a história do Chile como o atleta com mais medalhas na competição continental. Em entrevista exclusiva para o Estadão, Felipe contou sobre os seus planos de carreira e as perspectivas para 2023.

Como você vê a realização dos Jogos Panamericanos em Santiago?

Lima deixou o “sarrafo” alto para nós no quesito infraestrutura esportiva. Mas, penso que alguns problemas que aconteceram lá, não ocorrerão em Santiago. Temos uma boa estrutura de transporte, por exemplo. Faremos um lindo Pan, tenho certeza.

Você pretende participar do Pan de Santiago?

Sim. A ideia é terminar minha carreira nos Jogos. Devo seguir esquiando profissionalmente, mas participando de grandes eventos, não.

Como os Jogos Panamericanos podem ajudar a desenvolver o esporte no Chile?

Vão ser fundamentais. Ficará uma estrutura esportiva para a população, o que ajudará a ainda mais a criar uma cultura do esporte no país.

Como o Pan de Santiago poderá desenvolver o ski aquático?

Acredito que vai ser importantíssimo. O trabalho que a federação vem fazendo há anos é incrível e acho que vai dar início a uma nova geração de esquiadores e ela vai aprimorar o esporte.

Quais são as grandes potências do ski aquático no continente americano?

Estados Unidos, Canadá, México, Peru e Colômbia. A Argentina tem um atleta que vem tendo bons resultados e é uma promessa para 2023.

 

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