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Para presidente da Uefa, deslocamento de torcedores na Euro será um 'desafio'

Aleksander Ceferin terá que colocar em prática a ideia de uma única edição da competição acontecer em 13 países diferentes

Estadao Conteudo

19 de janeiro de 2017 | 13h58

Atualmente cumprindo suspensão e afastado do futebol, o francês Michel Platini foi quem lançou a ideia de uma única edição da Eurocopa acontecer em 13 países diferentes. Agora, cabe a Aleksander Ceferin, esloveno que o sucede no comando da Uefa, o papel de colocar esse ousado plano em prática até 2020.

Os 13 estádios já foram escolhidos e de Dublin (Irlanda) a Baku (Azerbaijão), passando por Glasgow (Escócia), Londres (Inglaterra), Bruxelas (Bélgica), Amsterdã (Holanda), Copenhague (Dinamarca), São Petersburgo (Rússia), Bilbao (Espanha), Munique (Alemanha), Roma (Itália), Bucareste (Romênia) e Budapeste (Hungria).

Para Ceferin, o deslocamento dos torcedores entre locais tão distantes será o grande desafio dos organizadores. "É claro que é um desafio que os fãs tenham viajar milhares e milhares e milhares de quilômetros pela Europa", admitiu o dirigente, nesta quinta, em evento em São Petersburgo.

"Isso pode ser muito interessante, mas eu pode ser um grande desafio até para uma grande entidade como a Uefa. Eu acho que tudo vai dar certo, tenho certeza", afirmou aos jornalistas.

A Uefa ainda não anunciou o sistema de disputa do torneio, mas deverá parear cidades para a fase de grupos, para tentar reduzir as distâncias para os torcedores. Assim, uma equipe que atuar em Budapeste, jogaria também em Bucareste, por exemplo.

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