Para técnico do atletismo, Brasil se aproxima da excelência no revezamento

Não tardará o dia em que o Brasil não terá mais como melhorar a passagem de bastão na sua equipe masculina de revezamento 4x100 metros no atletismo. Pelo menos é essa a avaliação de um dos treinadores da equipe, Paulo Servo da Costa, às vésperas do Mundial de Revezamentos, entre sábado e domingo, em Nassau (Bahamas).

Estadão Conteúdo

28 de abril de 2015 | 21h04

"Estamos chegando perto da excelência no que diz respeito à técnica, mas é muito importante que os atletas continuem evoluindo individualmente", disse o treinador, que trabalha com Vitor Hugo dos Santos, novo recordista sul-americano juvenil e líder do ranking nacional adulto, com 10s29.

Tradicionalmente, o Brasil não tem grandes velocistas (só três atletas na história correram abaixo de 10s10, nenhum na casa de nove segundos), mas vai bem em provas de revezamento graças ao entrosamento. A passagem de bastão prega peças e mesmo equipes formadas por estrelas acostumadas a baixar 10s podem ficar para trás por conta de erros na troca do bastão.

"O grupo está entrosado, e tem tudo para fazer bons resultados no Mundial e nas próximas competições. Todo cuidado está sendo tomado porque a temporada será longa até o Mundial de Pequim", completou o treinador.

De acordo com a CBAt, Bruno Lins, Aldemir Gomes e Jorge Vides, que já ficaram no quarto lugar no Mundial de Revezamentos do ano passado, estão novamente no quarteto. A entidade não informou quem será o quarto brasileiro do time. Estão em Nassau Antonio Cesar Rodrigues, Gustavo Machado dos Santos e Vitor Hugo.

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