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Paraolimpíada de 2016 exigirá R$ 70 milhões por ano

Comitê Paraolímpico Brasileiro quer dobrar investimentos para que o País fique entre os cinco primeiros no ranking de medalhas

AE, Agência Estado

17 de julho de 2010 | 13h48

O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, avalia que a participação do País nos Jogos Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, exigirá cerca de R$ 70 milhões por ano. O valor é mais que o dobro do orçamento do CPB neste ano, de R$ 30 milhões.

Para o dirigente, a soma de R$ 70 milhões possibilitará à equipe brasileira brilhar na capital fluminense em 2016 e subir da 9.ª colocação, dos Jogos de Pequim, para a 5.ª posição no ranking de medalhas. Parsons pretende aumentar a delegação do País, de 188 para 200 atletas, e competir nas 20 modalidades do programa paraolímpico. Na China, os brasileiros participaram em 17 eventos.

"O próximo passo não é um ganho quantitativo na delegação. A gente tem a meta de estar presente nas 20 modalidades do programa. Em 2008, nós estivemos presentes em 17", declarou Parsons à Agência Brasil. O dirigente está atuando em parceria com o Ministério do Esporte para aumentar o orçamento do CPB. O recursos poderão vir do governo federal e também da iniciativa privada.

O orçamento atual é composto pelas verbas de patrocínio e recursos da Lei Agnelo/Piva, que distribui ao CPB e ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) 2% da arrecadação bruta de todas as loterias federais. Desse montante, 85% vai para o COB e 15%, para o CPB.

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