Paris-Dacar: brasileiros sonham alto

Klever Kolberg e André Azevedo querem comemorar os 15 anos de participação no Rali Paris-Dacar em 2002 fazendo com que os integrantes da equipe BR Lubrax conquistem lugar no pódio nas categorias carro, moto e caminhões. Na edição, os organizadores vão dificultar o percurso, promovendo duas etapas de longa distância e uma que não permitirá a orientação por meio de satélite."Eles resolveram voltar às origens", disse Klever Kolberg sobre as mudanças no rali, que terá largada dia 28 de dezembro, em Arras, França. Nas etapas longas no deserto, chamadas de ?transaarianas?, os pilotos vão percorrer os cerca de 1,5 mil km em duas etapas, com intervalo de seis horas entre as largadas. A intervenção das equipes de apoio será proibida. "Será preciso um planejamento prévio que só poderá ser feito antes da corrida", afirmou Klever.A etapa sem GPS (computador de bordo que permite orientação por satélite) trará os velhos tempos da bússola de volta. "Mas a bússola do GPS é melhor do que a de antigamente."Nesta quinta-feira, a veterana dupla brasileira, mais os pilotos de moto Luiz Mingione e Juca Bala, realizou um último encontro no Brasil antes da competição. O grupo está otimista. Apenas Mingione, que fará seu primeiro Paris-Dacar com uma moto Honda 250cc, tem a pretensão de apenas terminar a prova. Klever, que pilotará uma Mitsubishi Pajero, Azevedo, em um caminhão Tatra, e Juca, com uma moto Honda 400 cc, lutarão por um lugar no pódio.

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