Pedido da UCI é rejeitado e Astana mantém licença após casos de doping

Uma auditoria independente contratado pela União Ciclística Internacional (UCI) decidiu não retirar a licença profissional da Astana, equipe do Casaquistão que está entre as principais do ciclismo de estrada e que, no ano passado, teve seguidos casos de doping. Pela Astana corre o italiano Vincenzo Nibali, atual campeão da Volta da França, principal prova ciclística do mundo.

Estadão Conteúdo

23 de abril de 2015 | 15h29

Em outubro passado, após a revelação dos três primeiros dos cinco casos de doping revelados desde agosto na Astana, a UCI pediu à sua comissão de licenças que revisasse o status da equipe, chefiada por Alexandre Vinokourov, atual campeão olímpico do ciclismo de estrada, que tem uma mancha de doping no seu passado.

Na ocasião, a UCI decidiu que a Astana só poderia receber sua licença para continuar como equipe da elite do ciclismo de estrada mundial se aceitasse sofrer uma auditoria externa. O painel apontou que a equipe não teve envolvimento com os casos de doping e, por isso, os Casaques poderão manter a licença para participar do calendário internacional, sendo monitorados por comissão antidoping.

De acordo com a UCI, a auditoria será reaberta se a Astana falhar em respeitar qualquer das diversas condições impostas para que mantivesse a licença. Dos cinco casos de doping do ano passado, dois foram por EPO e três por esteroides.

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