Petrobrás: impasse sobre o futuro continua

Ninguém na Petrobrás está autorizado a falar, ainda, sobre o que a empresa fará com o fim da equipe Honda. Há um contrato em vigência com a Williams para fornecimento de combustível e exposição da marca até dia 31 de dezembro. Por esse motivo, tudo o que está acordado com a Honda tem validade apenas a partir de 1º de janeiro. Mas, as relações entre Petrobrás e Honda se mantinham, na prática, há algum tempo, por não ser possível esperar o fim do contrato com a Williams para iniciar os testes da gasolina no motor Honda, por exemplo, apesar de ninguém na companhia brasileira confirmar.Fontes da Fórmula 1 disseram, ontem, que o caminhão da Petrobrás já está no circuito de Jerez de la Frontera, Espanha, porque a Honda participaria dos testes a partir de segunda-feira, junto da maioria das demais escuderias. Seria o primeiro ensaio prático do combustível brasileiro, que já passou pelo banco de testes. A Petrobrás desenvolve, também, óleo lubrificante de motor e câmbio, o que na Williams não era possível. A saída da Honda poderá decretar o fim do projeto de Fórmula 1 da Petrobrás, depois de dez anos na competição.

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