CPB/Site oficial
CPB/Site oficial

Petrúcio Ferreira bate recorde mundial paralímpico em Grand Prix de Atletismo

Paraibano faz os 100 metros da classe T47 em 10s50

Estadão Conteúdo

15 Junho 2018 | 18h10

Petrúcio Ferreira quebrou nesta sexta-feira o recorde mundial dos 100 metros, da classe T47 para atletas amputados de braço, e conquistou a medalha de ouro na etapa de Paris do Grand Prix de Atletismo Paralímpico. O paraibano de 20 anos registrou o tempo de 10s50 no Stade Sébastien Charléty.

+ CAS mantém decisão que tirou ouro da Jamaica de Bolt e fez Brasil herdar bronze

O atleta brasileiro baixou em três centésimos de segundo o seu próprio recorde mundial, conquistado no Mundial de 2017, no estádio Olímpico de Londres, na Inglaterra. Foi a segunda medalha de Petrúcio Ferreira em solo francês, já que ele havia vencido a prova dos 200 metros, com o tempo de 21s39.

"Eu estou muito feliz por ter conquistado esse bom desempenho na França. Foi um ótimo resultado nos 100 metros, mas não vou dizer que era a minha meta bater o recorde aqui. No entanto, acabei me sentindo muito bem e o tempo aconteceu. Estou muito feliz e isso mostra o quanto meu trabalho está evoluindo", afirmou Petrúcio Ferreira.

A marca atual é a segunda mais veloz da história do esporte paralímpico, atrás apenas dos 10s46 cravados pelo irlandês Jason Smyth, em 2012, na classe T13, para atletas com baixa visão.

Petrúcio Ferreira não foi o único brasileiro a quebrar recorde e brilhar em Paris. Elizabeth Gomes alcançou o recorde mundial do lançamento de disco (F52), na última quinta-feira, ao registrar a marca de 16,82 metros, quase 40 centímetros a mais que a sua melhor marca anterior.

O Brasil encerrou a sua participação no Grand Prix de Paris com 18 medalhas. Foram 14 ouros, três pratas e um bronze. A equipe composta por 20 atletas seguirá na Europa nas próximas semanas. O próximo campeonato é em Berlim, na Alemanha, que sediará nos dias 30 deste mês e 1.º de julho a última etapa do Grand Prix.

 

 

Mais conteúdo sobre:
atletismo

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.