Piloto tem histórico de acidentes graves. O 1º foi aos 17 anos

Desde que começou a correr com automóveis, em 2001, com apenas 17 anos, Robert Kubica, de Cracóvia, sofreu três graves acidentes, curiosamente sempre um a cada quatro anos. O primeiro em 2003, quando se preparava para disputar a Fórmula 3 europeia. "Eu não era o motorista", defende-se até hoje. Foi na sua cidade, com veículos de série. Seu carro recebeu pancada do seu lado, num cruzamento. Uma fratura múltipla do braço direito o fez perder várias etapas do campeonato. O mesmo braço direito (que já tinha uma placa fixada) foi, agora, severamente atingido no acidente de domingo.

Livio Oricchio, O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2011 | 00h00

O segundo acidente ocorreu no GP do Canadá de 2007, em Montreal. O polonês tocou o aerofólio dianteiro da sua BMW na roda traseira esquerda da Toyota de Jarno Trulli. Com isso, o aerofólio se soltou, caiu, levantou a frente e reduziu o contato das rodas dianteiras com o solo. Kubica estava a cerca de 250 km/h. A BMW se chocou contra o muro e saiu capotando. O polonês sofreu apenas uma contusão no pé esquerdo. "Lamento não me deixarem disputar o GP dos EUA", afirmou, com raiva, na época. A prova foi disputada na semana seguinte. No domingo, Kubica se viu envolvido em outro acidente. Desta vez, com o Skoda Fabia que disputava o rali. Entre todos, pelas consequências, o último foi o mais grave.

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