Pipeline tem show de ondas grandes e encanta surfistas

Todos os dias, quando acaba a disputa do Pipe Masters ou antes deles iniciar, os surfistas correm para a água

Paulo Favero - Enviado especial ao Havaí, O Estado de S. Paulo

14 de dezembro de 2014 | 09h33

A onda de Pipeline é a única no mundo que, enquanto estiver um fio de luz, haverá alguém nela para surfar. Se o mar está bom, centenas de pessoas se aglomeram para buscar uma saída em seus perfeitos tubos. Todos os dias, quando acaba a disputa do Pipe Masters ou antes deles iniciar, os surfistas correm para a água na esperança de aproveitar o máximo de tempo livre antes de serem retirados pela organização do evento.

No sábado, quando a ASP (Associação dos Surfistas Profissionais) decidiu adiar a disputa da terceira fase da competição, ocorreu uma sessão do chamado "free surf", com o intuito apenas de diversão, com grandes atletas que estão no Havaí. Na areia da praia, centenas de pessoas aplaudiam a cada onda grande que apontava no horizonte e vibravam quando o surfista conseguia sair ileso do tubo.

"O que o Pipeline tem de especial? É uma onda que todos os surfistas crescem olhando, tirando fotos, se imaginando... O tamanho das ondas, a multidão... O tubo pode durar cinco segundos, mas são os cinco melhores segundos da sua vida. A minha experiência me ajuda a tomar as decisões certas, pois tenho passado muito tempo aqui nos últimos anos", afirma Kelly Slater, 11 vezes campeão mundial.

Neste domingo, quando poderá ser decidido o título mundial entre ele, o brasileiro Gabriel Medina e o australiano Mick Fanning, a previsão é de ondas grandes, com ondulações acima dos seis metros. Isso torna a profissão dos atletas mais perigosos, pois a bancada de pedras abaixo das ondas é muito raso e pode machucar bastante os surfistas.

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