Polícia vê lado bom de Estadual não ter clássico na final

Oficiais responsáveis pelo policiamento dizem que clima no Pacaembu deve ser de tranquilidade para Santo André x Santos

Daniel Akstein Batista, O Estado de S.Paulo

24 de abril de 2010 | 00h00

O torcedor que for amanhã ao Pacaembu pode ficar tranquilo quanto a sua segurança. O fato de um clube considerado pequeno ter chegado à final tranquilizou a polícia, que espera uma decisão sem problemas de violência e vandalismo.

Responsável pelo policiamento da partida, o coronel Almir Ribeiro, do 2º Batalhão de Choque, afirmou que 172 policiais estarão na parte interna do estádio e outros 60 do lado de fora - 30 em cavalos e mais 30 em motos. Além disso, 120 PMs e outras 60 viaturas do 23º Batalhão estarão nos arredores do Pacaembu. "Não tenha dúvida que esse número seria maior se fosse um clássico", contou o tenente-coronel Lima, que cuida do policiamento da região.

Com o Santo André na final, a história é diferente - e a preocupação dos responsáveis pela segurança muito menor. "São torcidas que não têm históricos de violência", disse o coronel Almir. "Mas a preocupação sempre existe, já que é decisão de campeonato e a lotação do estádio estará quase completa."

No total, 38 mil ingressos foram colocados à venda e a expectativa é que 35 mil sejam vendidos. Os torcedores do Santo André, ansiosos por ver seu time pela primeira vez na final do Estadual, ficarão no Tobogã (capacidade para 9 mil) e devem chegar ao estádio pela rua Major Natanael. "Pela estação Clínicas do metrô", avisou o coronel.

Vendas. A comercialização dos ingressos no estádio termina ao meio-dia de amanhã, por determinação da polícia. Já os portões serão abertos uma hora mais tarde, às 13h.

Como tem ocorrido em jogos importantes, o JECRIM (Juizado Especial Criminal) também será instalado no estádio.

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